Como a pandemia modificou as relações pessoais e de trabalho?

Um dos principais reflexos com a pandemia foi a mudança nas relações entre as pessoas e o trabalho. Comportamentos que ainda demorariam cinco ou dez anos para serem implementados foram antecipados como forma de se adaptar aos desafios impostos pelo distanciamento. Se o futuro já prometia novos caminhos na dinâmica do trabalho e do nosso dia a dia, o que podemos esperar agora?


Além do receio e da falta de informações iniciais sobre o avanço do vírus no mundo todo, a pandemia obrigou as pessoas a se adaptarem em uma nova rotina. A lição que fica dessa experiência é que os meios digitais foram imprescindíveis nesse processo. As pessoas e empresas que estavam mais conectadas e com processos digitalizados estabelecidos conseguiram se sair melhor nessa etapa.


  • Trabalho

Um exemplo é o trabalho remoto. Se antes o home office era uma opção esporádica em grandes multinacionais, agora passou a ser um modo de trabalho fundamental em qualquer organização nesse período de distanciamento. E a tendência é que mais vagas sejam adaptadas a esse modo em um cenário pós-pandemia. Segundo uma pesquisa da ISE Business School, 80% dos gestores de empresas consultadas pelo estudo aprovaram a nova maneira de trabalhar.


Também passamos a fazer mais videoconferências. Nos adaptamos em ver amigos e familiares que antes conviviam próximos, no nosso dia a dia, pela tela do celular ou do computador.


  • Relação com o dinheiro

Além disso, sem poder sair de casa para frear a disseminação do coronavírus, muitas pessoas precisaram aprender e a se adaptar a usar os meios digitais para comprar, pagar contas, realizar transferências bancárias e outros serviços envolvendo dinheiro. Pesquisa da empresa Cinnecta revelou que a busca por serviços digitais cresceu 146% entre a classe média e baixa brasileira.


Ou seja, envolveu também pessoas que nunca antes haviam utilizado o seu smartphone para fazer movimentações, por exemplo, e que precisaram conhecer essa facilidade para realizar tarefas do dia a dia quando o assunto é dinheiro. Um exemplo claro de como uma crise sanitária incentivou novas culturas e que deve ser cada vez mais explorada pelo mercado financeiro.


Na avaliação de especialistas da área, quando um usuário consegue aprender a utilizar um aplicativo e entende a sua facilidade, é um caminho sem volta. Ele não vai mais voltar para uma agência bancária, por exemplo, para resolver pendências que podem ser solucionadas pelo celular.


Outro exemplo é o surgimento, mesmo com a pandemia, do Pix, o novo sistema de pagamento do Banco Central, que começa a ser implementado no final de 2020. Essa iniciativa representa mais facilidade em transferências e pagamentos, e a tendência é que o comportamento do consumidor siga por esse caminho em apostar cada vez mais na digitalização.


E quando une funcionalidade e serviço relevante, fica muito mais fácil lidar com o dinheiro de maneira digital e fazer pagamentos, recarga de celular e receber recompensas, por exemplo.


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