5 dicas importantes e poderosas para a melhor gestão financeira.

Umas das maiores preocupações durante o mês, é conseguir organizar as finanças, resultando em uma boa gestão de suas finanças, de forma com que os gastos sejam compatíveis com a quantidade de entrada.


Sendo assim, o conceito de estar em sintonia com as finanças pessoais significa ter noção do quanto se ganha e gasta e, com isso, saber com precisão para onde vai seu capital. A importância de ter essa consciência, é que a relação com o dinheiro não afete negativamente a saúde e os relacionamentos do indivíduo.


Existem algumas práticas que ajudam a manter as finanças em dia, impedindo que o dinheiro se torne uma doença em sua vida. Elas incluem atitudes como gastar menos do que ganha, quitar dívidas, ter um fundo de emergência, definir seus objetivos financeiros e estabelecer metas de despesas.


Estudos revelam que investimentos e despesas em tecnologia feitos pelo setor financeiro no Brasil, em 2017, somaram R$ 19,5 bilhões, um aumento de 5% em relação ao ano anterior. Em dólares, a alta foi de 15%, acima da média mundial de 3,6%, segundo dados da Gartner. Como consequência, está ocorrendo uma redistribuição de poder, em que o usuário final exige excelência na sua experiência com os serviços: antes das fintechs, os bancos tradicionais detinham todo o poder sobre o sistema financeiro e propunham os pacotes de serviços, o tempo de espera em fila e a prioridade de atendimento que fazia sentido para eles. Agora, com o mobile banking e as fintechs, muitos serviços precisam ser revistos e podem ser feitos sem uma agência.


A seguir, confira cinco dicas para saber lidar com o setor financeiro da forma mais assertiva possível:


1. Invista


Faça um planejamento financeiro desde agora. Não pense só no presente, mas também no seu futuro. Lembre-se que você pode se deparar com gastos inesperados, mas ficará tranquilo, se estiver preparado para isso.


Só no ano passado, foram abertas 1,6 milhão de contas por mobile no Brasil, quase três vezes mais do que em 2016. No fechamento de 2016, as instituições financeiras representavam o setor com maior participação dentro na indústria de Tecnologia da Informação: foram gastos R$ 18,6 bilhões.


Isso demonstra que o uso de tecnologia é uma condição fundamental para os bancos atenderem com eficiência a uma enorme base de clientes e oferecerem um serviço com confiança, qualidade e segurança por meio de diversos canais físicos e digitais. É preciso investir.


2. Digitalize


A digitalização é a resposta para o futuro dos negócios: ela permite a criação de novos produtos e serviços que causam uma disrupção no mercado. Esse processo se intensificou a partir das chamadas fintechs – as start-ups do ramo financeiro que obrigaram os grandes players consolidados a acompanharem as inovações, seja pelo investimento em desenvolvimento de produtos ou pela própria compra das fintechs, adquirindo, assim, os seus produtos e oferecendo-os no mercado.


3. Saiba a realidade da sua situação financeira


O primeiro passo para organizar a vida financeira é saber qual é a real situação das suas finanças.

Analise seu extrato bancário, a fatura de cartão de crédito e outras entradas e saídas da conta.


Descubra se você gasta mais do que ganha e, principalmente, em que categorias do orçamento estão suas principais despesas.


Nessa análise, não deixe de prever também os gastos futuros, como impostos, gastos imprevisíveis e possíveis dívidas. Depois de saber exatamente para onde está indo seu dinheiro e se as finanças estão em equilíbrio (com as receitas superando as despesas), você pode traçar um plano de ação para sua vida financeira.


4. Sempre gaste menos do que ganha


Depois de fazer uma análise cuidadosa das finanças, é hora de partir para ação. Se suas receitas superam os custos, temos uma boa notícia! Mas continue trabalhando para manter o equilíbrio e sua organização financeira.


Já quem gasta mais do que ganha não pode perder tempo: é preciso cortar despesas e/ou aumentar as entradas em conta, a fim de reverter esse quadro.


5. Antes de fazer novas compras, quite as já existentes


Antes de finalizar uma compra, tenha em mente se não há dívidas pendentes e, caso haja, liste-as e coloque na ponta do lápis se você já tem a quantidade correta para pagá-las. Se a resposta for não, evite criar contas novas, para que não aconteça de gerar uma bola de neve com contas abertas, podendo ocasionar juros e muita dor de cabeça futuramente.


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